sábado, 30 de julho de 2011

Pra começar...

bem esse primeiro post, vale lembrar uma das melhores citações no cinema sobre a gastronomia.

"De várias maneiras, o trabalho de um crítico é fácil. Nós arriscamos muito pouco e, a despeito disso, desfrutamos de uma vantagem sobre aqueles que submetem seu trabalho, e a si próprios, ao nosso julgamento. Nós nos refestelamos escrevendo crítica negativa, que é divertida de escrever e de ler. Mas a verdade amarga que nós, críticos, temos que encarar é o fato de que, no grande esquema das coisas, até o lixo medíocre tem mais significado do que a nossa crítica assim o designando. Mas há momentos em que um crítico verdadeiramente arrisca algo, e isso ocorre na descoberta e na defesa do novo. Noite passada, eu experimentei algo novo, uma refeição extraordinária preparada por uma fonte singularmente inesperada. Dizer que tanto a refeição quanto quem a preparou desafiaram meus preconceitos é uma grosseira simplificação. Ambos me abalaram em meu âmago. No passado, não fiz segredo do meu desdenho pelo famoso lema do Chef Gusteau: Qualquer um pode cozinhar. Mas só agora verdadeiramente percebo o que ele queria dizer. Nem todo mundo pode ser tornar um grande artista, mas um grande artista pode vir de qualquer lugar. É difícil imaginar alguém com origem mais humilde do que o gênio agora cozinhando no restaurante Gusteau's e quem, na minha opinião desde crítico, não é nada menos do que o maior chef da França. Estarei voltando ao Gusteu's em breve, faminto por mais." - Anton Ego

E quem assistiu, sabe bem que me refiro à passagem de uma das melhores animações da Pixar, "Ratatouille". Para deixar bem claro aos pequenos e aos grandões, que qualquer um pode de fato seguir o seu sonho. E esse filme tornou-se um dos meus preferidos, pois, retrata bem o que eu sinto em relação a comida. A comida que recorda, dá borboletas no estômago e te remete a uma lembrança... é isso o que me motiva.

E nesse espacinho espero poder compartilhar algumas beliscadas dos meus experimentos feitos numa cozinha minúscula e uma mente fértil.





Até o próximo post!